Descreverei com muito carinho,
As grandes belezas naturais,
Falando do Rio Corumbá,
Onde os Recantos são belos demais.
Gigante de água barrenta
Cheio de rochedos e corredeiras,
Sua água tão violenta
Forma remanços e cachoeiras.
Seu leito, que obra suprema
É em cima de pedras bem fixadas
Que serve de esconderijos,
De uma população de peixes variadas.
Onde se encontram desde o lambari
Aos peixes mais cobiçados:
Como o piau, piapara e o pacu,
O jaú, o surubim e o dourado.
Suas margens serve de abrigo
De uma fauna tão preciosa,
Pois ai mora a capivara velhaca
Paca e onça perigosa.
As ilhas são obras divinas,
Vejam uma por uma a beleza que é
Refúgio de bichos e passarinhos...
Parece a Arca de Noé.
Sua água é tão perigosa
Mas tem praias aconchegantes,
Edificadas por esse monstro sagrado
O nosso Corumbá gigante.
Corumbá que já ceifou tantas vidas,
Mas já deu belos momentos de prazer.
É onde mora a paz e a felicidade
Nesse recanto sagrado de lazer.
Corumbá é uma grande artéria de Goiás,
Onde corre a corrente de ar puro
Orgulho de nossa terra querida,
Não sabemos qual será seu futuro.
Porque o homem, apesar da inteligência,
Tem no peito um coração de maldade.
Tenta destruir essa tão preciosa obra
Por falta de amor, respeito e dignidade.
Faço um apelo a você meu amigo,
Vamos preservar essa infinita beleza,
Corumbá é um monumento sagrado
Um grande presente da natureza.
Zezé 23/06/99
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